COLEGAS PSICÓLOGOS PORTUGUESES!!!O meu voto já lá chegou, com direito a registo e tudo.
E vocês?
Votam pela mudança?
PSICOLOGIA PLURAL POR TODOS OS PSICÓLOGOS!!!
(A saber: Não pertenço a nenhuma lista.)
Pretende-se, com a criação desta página, divulgar a intervenção psicológica ao nível da Prevenção, da Terapêutica e da Comunidade, junto de crianças e adolescentes, adultos e seniores, nos contextos clínico, educacional, forense, organizacional e formativo.
COLEGAS PSICÓLOGOS PORTUGUESES!!!
A Lista A é encabeçada pelo Bastonário ainda em exercício, Telmo Mourinho Baptista.«A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) continua a sua acção de informação e sensibilização no que à contratação de psicólogos escolares diz respeito. De acordo com Vítor Coelho, membro da Direcção da OPP, as recentes decisões do Ministério da Educação são “desfasadas da realidade” e o Governo está aumentar os custos do Estado nas áreas da saúde, segurança social e justiça por não investir na contratação de mais psicólogos para as escolas.
«Sindicato e Ordem acusam tutela de alargar rede de abrangência com o mesmo número de profissionais.
Desde 1997 não há concurso público para a colocação dos psicólogos ENRIC VIVES RUBIO
Sílvia Marques, de 31 anos, do Porto, é psicóloga escolar e ainda não sabe se este ano terá trabalho. Já percorreu três direcções regionais de educação. Esteve em Évora, em Ílhavo e, mais recentemente, em Vila Nova de Gaia. "Estou à espera dos concursos. No fundo, estou desempregada". No ano lectivo anterior, esteve no Agrupamento Dr. Costa Matos, em Gaia. Entrou na escola em meados de Outubro, agora não sabe como vai ser. "É sempre muito angustiante. Nunca sabemos se ficamos, onde ficamos. Dá para uma pessoa nem dormir...", desabafa. É o que lhe tem acontecido desde o início de Setembro.
Cada estabelecimento de ensino define os procedimentos e os psicólogos têm de concorrer às ofertas de escola, o que pode significar mais de 190 concursos com critérios distintos. No ano passado, Sílvia Marques concorreu a cerca de 80 escolas, este ano reduziu um pouco o leque. "Estamos muito desprotegidos porque não há um padrão, uma forma de trabalhar, procedimentos comuns", sublinha.
Frederico Guedes, de 54 anos, do Porto, também espera. "Estou em interrupção laboral, como costumo dizer". No ano lectivo anterior, era psicólogo no Agrupamento de Escolas de Ovar a tempo inteiro, horário de 35 horas. Concorreu a meia dúzia de escolas. "Estamos tão cansados deste processo que estamos a restringir a nossa área de procedimento concursal", conta. Parece optimista, mas as notícias não são animadoras. Um psicólogo para dois mega-agrupamentos não lhe parece aconselhável, muito menos viável. O aumento de cinco vagas, de 176 para 181, anunciado pelo Governo, cheira-lhe a "rebuçado envenenado". "Ninguém supunha que o desenvolvimento fosse este, ou seja, a redução de horários, a conjugação de agrupamentos e de escolas para um psicólogo". "Não sei o que o ministério pretende com esta nova modalidade", acrescenta.
As contas são feitas a somar e a subtrair. O Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) garante que haverá um psicólogo para 4000 alunos, que 250 técnicos que estavam a trabalhar no ano anterior estão hoje no desemprego, que as 181 vagas não chegam para dar resposta às necessidades - na sua opinião, seriam necessárias 750 para cumprir o rácio recomendado de um técnico para mil alunos -, que há horários de 35 horas reduzidos para 18. Fala num "profundo desrespeito" pelo trabalho dos profissionais e já pediu explicações que não chegaram.
A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) também tem contas para apresentar: uma redução de 25% do total dos horários dos psicólogos contratados, o que significa menos 40 psicólogos nas escolas, devido à redução do horário para meio tempo; 80 contratações para horários de 18 horas; psicólogos com dois mega-agrupamentos e dezenas de escolas sob a sua alçada. A OPP já pediu uma reunião com o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar para apresentar as suas preocupações. O encontro ainda não foi marcado.
Solicitações aumentamPara este ano lectivo, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou um aumento de vagas de 176 para 181 psicólogos escolares e garantiu que o ano lectivo arrancaria tranquilamente. João Freire, um dos responsáveis da comissão de educação do SNP, não acredita que assim será e estima que só alguns psicólogos estejam nas escolas no final desta semana e que a maioria só depois de Outubro começará a trabalhar. E a incerteza continua.
"São necessários 198 procedimentos diferentes se quisermos concorrer a todas as escolas, não sabemos quando os horários saem", refere ao PÚBLICO, lembrando que desde 1997 não há um concurso público para a colocação dos psicólogos e que em 2010 houve um corte de 50% no número de contratados, que ficaram reduzidos a cerca de 170.
"O ministério continua a insistir neste modelo, na oferta de escola, e só permite que as vagas abram nesta altura". O SNP considera que as razões economicistas estão a sobrepor-se à defesa da qualidade do sistema do ensino público. "O ministério, ao invés de avaliar as necessidades e contar o número de profissionais, alarga a rede de abrangência de serviços com o mesmo número de psicólogos", repara João Freire. "Existem confirmações científicas de que o nosso trabalho tem imenso impacto no sistema educativo", acrescenta.
O SNP acusa a tutela de olhar para os psicólogos escolares como necessidades temporárias pelo sétimo ano consecutivo e decidiu fazer algumas perguntas à Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, ao ministro da Educação e ao secretário de Estado da Administração Escolar. A estrutura sindical quer saber se a ideia é contratar dois psicólogos com horários de 18 horas em vez de um para 35 horas, quando começam os novos procedimentos relativos ao concurso, se os moldes de contratação - leia-se recurso à plataforma de oferta de escola - se manterá, qual o número de profissionais a contratar, e o que se passa para avançar com tempos parciais. As questões foram feitas por escrito no final de Agosto. "Não há consideração e a prova disso é que ainda não obtivemos resposta", comenta o responsável, que garante que o aumento de cinco vagas "fica muito aquém das necessidades das escolas".
A OPP está igualmente apreensiva. "Cinco vagas é uma piada e que é completamente contrariada com horários a meio tempo", realça Vítor Coelho, membro da direcção da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Um psicólogo a tempo inteiro que se tenha de desdobrar por dois mega-agrupamentos poderá ter de percorrer 15 escolas numa semana. Um psicólogo a meio tempo, com horário de 18 horas, num agrupamento com 1500 alunos, significa um baixo nível de cobertura. Estes são os cálculos da OPP.
"Não nos estamos a aproximar da normas europeias e americanas, pelo contrário, estamos a andar para trás", diz, lembrando que o rácio aconselhável seria de um psicólogo por cada mil alunos e que, no ano lectivo anterior, no nosso país, havia um profissional para 1750 estudantes. "Há um desfasamento da realidade. As solicitações nas escolas estão a aumentar, em grande parte pelo contexto de crise, e o nível de cobertura continua baixíssimo". Para Vítor Coelho, os ganhos económicos não serão visíveis porque os psicólogos escolares não têm salários elevados. "Não há um ganho económico, estamos a rapar o fundo do tacho", conclui.
O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar o MEC.»

«A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) foi admitida no passado sábado na European Federation of Psychologits Association (EFPA), integrando um "network" com o SNP.
Esta admissão é o culminar de um longo processo que permite que Portugal tenha uma representação plena na EFPA, contando com o número máximo de votos por país, e se torne na quarta nação com maior número de psicólogos inscritos. Esta representação possibilita ainda que, a partir do presente momento, os psicólogos portugueses sejam consultados e recebam informações sobre os desenvolvimentos das actividades da EFPA e tenham uma maior participação nas actividades desta prestigiada associação, que tem um papel de enorme relevo na psicologia europeia.
Por último, refira-se que quatro delegados da OPP estiveram presentes na Assembleia Geral da EFPA, que se realizou durante o passado fim-de-semana em Estocolmo e imediatamente a seguir ao Congresso Europeu de Psicologia.»
«A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), representada pelo Bastonário Telmo Mourinho Baptista, e a American Psychological Association (APA), representada pelo seu presidente Donald N. Bersoff, assinaram durante esta semana um memorando de acordo.
A cerimónia de assinatura decorreu na Embaixada de Portugal em Estocolmo, Suécia, uma vez que ambas as entidades se encontram representadas no 13º Congresso da European Federation of Psychologists' Associations (EFPA).
Refira-se que esta iniciativa de cooperação entre a OPP e APA, que conta com mais de 134 mil membros, tem como objectivo, não apenas melhorar a integração, cooperação e intercâmbio entre as organizações de psicologia dos EUA e de Portugal, mas também procurar identificar projectos e actividades em que ambos os países possam trabalhar em conjunto, dar assistência ou apoio um ao outro, ou de outro modo, cooperar para a melhoria da psicologia e do interesse público.
Clique aqui para ler o documento original.»
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Inscrição: Abertas desde o dia 5 de Novembro de 2012. Early bird registration: inscrição e respectivo pagamento até ao dia 15 de Abril de 2013.
«(...) ter a contribuição de profissionais da psicologia que, sob o formato de mesas-redondas e conferências, irão abordar diversos temas actuais, tais como a influência da crise nas crianças e famílias, a competência dos psicólogos nas organizações, qual o papel e contributos dos psicólogos em tempos de instabilidade, a psicologia em contexto escolar, entre outros.Link para mais informações
Em relação aos oradores, destaque para a presença do Bastonário da OPP, Telmo Mourinho Baptista, e do Presidente do COP, Francisco Santolaya, assim como de outros conceituados psicólogos portugueses e espanhóis, como Eduardo Sá, Fernando Chacón, José Pais Ribeiro, Isabel Leal, José Maria Peiró, Francisco Sánchez, Samuel Antunes, Ricardo Vargas, Luísa Mota, Maria Paula Paixão e Josep Vilajoana i Celaya.» (OPP)
«A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e a AXA Portugal, Companhia de Seguros S.A., estabeleceram através da SABSEG S.A. um protocolo que permite que os Clientes AXA passem a ter acesso a consultas de psicologia comparticipadas pelos seus seguros de saúde, desde que contratada a respectiva cobertura.
No âmbito deste protocolo, as pessoas seguradas podem usufruir de consultas de psicologia em pacotes de 12 ou 18 sessões, de acordo com as suas necessidades e sem obrigatoriedade de pré-aviso. Paralelamente, as pessoas seguradas não dependem de outro profissional de saúde para lhes prescrever a consulta, podendo, simplesmente, marcar a consulta directamente com um psicólogo devidamente inscrito na Ordem. De salientar que durante as próximas semanas a OPP irá fornecer mais informações em relação a esta cobertura que, refira-se, ficará disponível durante o mês de Abril de 2013.
Com a assinatura deste protocolo, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a AXA Portugal pretendem contribuir para o bem-estar dos utentes, os quais passam a usufruir de um âmbito mais alargado de cobertura, incluindo agora as consultas de Psicologia.»
«A Ordem dos Psicólogos Portugueses defende mais psicólogos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), sobretudo para os centros de saúde, para facilitar o acesso das pessoas às consultas em tempo de crise.
Em declarações à agência Lusa, o bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Mourinho Baptista, assumiu que a crise tem afastado as pessoas com necessidade de apoio psicológico das consultas no privado e lembrou que o setor público tem poucas respostas.
"As pessoas não têm poder de compra, por um lado, e não têm acesso [às consultas], por outro, porque o Serviço Nacional de Saúde não satisfaz essa necessidade", vincou.
O bastonário advogou que o número de psicólogos no SNS deveria ser, pelo menos, o triplo do atual, atendendo ao contexto de crise, que, recordou, potencia "o aumento da depressão, da ansiedade permanente, do stress, dos consumos de vários tipos substâncias", como álcool, droga e medicamentos, e "das crises familiares".
De acordo com Telmo Mourinho Baptista, existem atualmente 567 psicólogos a trabalhar no SNS, a maioria nos hospitais. Apenas 151 exercem em centros de saúde, adiantou.
"Nem todos os centros de saúde têm consulta de psicologia ou, então, o utente vai estar à espera meses de uma consulta (...). Isto não é útil para as pessoas", sustentou.
Telmo Mourinho Baptista defende um serviço de apoio psicológico de proximidade, extensível às escolas, onde, alegou, faltam psicólogos, e a gabinetes de atendimento criados por autarquias, exemplificou.
"O país fez um enorme investimento para formar pessoas e os conhecimentos não estão a ser utilizados", frisou, adiantando que o Governo tem invocado falta de recursos financeiros para contratar mais psicólogos.
Ao argumento de escassez de dinheiro, o bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses responde que Portugal estará, no futuro, a pagar "mais caro as consequências": mais baixas médicas e menor produtividade.»
«A DECO revelou recentemente um estudo que afirma que, dos 1.350 inquiridos, 97% consideram útil e benéfico procurar ajuda de psicólogos, principalmente em casos de ansiedade, depressão ou problemas com o sono. Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da Ordem dos Psicólogos, comentou este estudo à TVI e TSF e sublinhou a importância de aumentar o número de psicólogos no SNS e as vantagens da intervenção psicológica em tempos de crise.»
«Na actual conjuntura de crise económica, a contenção dos gastos e o estabelecimento de prioridades com base em critérios de custo-efectividade e baseadas na evidência ganham especial relevância. A Intervenção Psicológica permite uma redução dos gastos directos e indirectos com a saúde e com a doença e, neste sentido, contribui para a melhoria da eficiência dos serviços de saúde. Por outro lado, permite uma melhoria substancial na saúde e na qualidade de vida dos cidadãos que se reflectirá num aumento da produtividade e na redução do absentismo laboral.
É conhecido o impacto da crise económica na saúde dos cidadãos. Em Portugal este impacto reflecte-se num aumento do número de suicídios e de consumo de anti-depressivos e ansiolíticos que se tem vindo a acentuar nos últimos anos.
Existe evidência sobre a efectividade da intervenção psicológica na melhoria do estado de saúde do cidadão e na redução dos custos directos (redução número de consultas, do número de dias de internamentos e do consumo de fármacos) e indirectos com a doença (redução do absentismo; redução dos encargos do Estado com os benefícios fiscais para o doente e menor produtividade).
A Ordem dos Psicólogos Portugueses publicou um relatório que reúne um conjunto de estudos que demonstram o contributo da Psicologia para a redução dos custos e melhoria da eficiência dos serviços de saúde.
A intervenção psicológica apresenta um custo-efectividade que possibilita não só pagar a própria intervenção como obter ganhos em saúde. Isto acontece porque a intervenção psicológica tem custos reduzidos e taxas de recuperação elevadas comparativamente aos custos elevados da incapacidade.
A evidência demonstra que a intervenção psicológica permite uma poupança de cerca de 20 a 30% nos custos directos da saúde, através da redução da utilização dos cuidados de saúde. A consulta psicológica chega mesmo a permitir uma diminuição das consultas de medicina familiar por utente. Em utentes com patologia crónica como a diabetes, a hipertensão arterial, cancro ou asma verifica-se que intervenção psicológica dirigida à depressão e ansiedade permite reduzir os custos totais com a doença em cerca de 20%.
Um estudo sobre a psicoterapia nos cuidados de saúde permitiu verificar que 60,4% dos participantes referiu ter procurado, nos últimos 3 anos, algum tipo de apoio psicológico. No período de tempo a que se referiu o estudo (últimos três anos), 28% da amostra total recorreu a profissionais de ajuda. Os resultados deste estudo permitem verificar que a maioria dos consumidores afirma ter melhorado e estar satisfeita com a intervenção psicológica desenvolvida, quando esta pressupõe terapia verbal. A intervenção apenas baseada em psicofármacos está associada a piores índices de melhoria e de satisfação. A melhoria do estado emocional geral é encontrada em 80% dos casos seguidos por psicólogos.
Recentemente a Directora-geral da Comissão Europeia para a Saúde e Consumidores, Paola Testori-Coggi, afirmou a relevância da Psicologia para a melhoria da saúde e bem-estar dos cidadãos e para a implementação de estratégias europeias de saúde como a “Health for all”.
Análises desenvolvidas pela OPP têm demonstrado que existem Profissionais capacitados e prontos para contribuir para a melhoria da saúde mental da população e para recuperação económica do país. No entanto esta tem sido uma oportunidade perdida, pois não tem sido feita uma aposta política na implementação da consulta de psicologia a nível nacional.
A distribuição de psicólogos é assimétrica e desfasada das necessidades de procura, por exemplo o Alentejo é a região do país com o maior número de suicídios e com um maior envelhecimento da população, sendo também das que apresenta menor número de psicólogos integrados no Sistema Nacional de Saúde. Desta forma desperdiçam-se recursos e não se melhora a saúde da população.
A ausência de um investimento forte na criação de uma boa coberta nacional de consulta psicológica nos cuidados de saúde, nomeadamente nos cuidados de saúde primários, teria um impacto imediato na saúde dos cidadãos e na poupança para do Serviço Nacional de Saúde.
Neste dia da Saúde Mental a Ordem dos Psicólogos informa que está desenvolver um plano de acção para a implementação da figura do Psicólogo de Família nos Cuidados de Saúde Primários. O Psicólogo de Família será o primeiro elo de ligação entre o cidadão e os cuidados psicológicos e permitirá assegurar uma maior cobertura do acesso e das necessidades de saúde da população.
Uma melhor organização da consulta psicológica nos cuidados de saúde primários permitirá desenvolver respostas mais efectivas às necessidades e fazer face ao aumento esperado da procura de apoio psicológico.
Este profissional deverá trabalhar em estreita colaboração com o médico de família na identificação e diagnóstico precoce de perturbações complexas que requerem referenciação para especialista. Assim, para além da intervenção psicológica, que já realiza no âmbito do seu trabalho, o Psicólogo poderá realizar actividades de triagem, reencaminhando os utentes para especialistas quando a complexidade e especificidade do caso assim o determinar (exemplo: psicólogo especialista em crianças e adolescentes). Através de um acompanhamento de proximidade, da identificação e de diagnóstico precoce de situações de maior complexidade é possível intervir adequadamente e referenciar os utentes para cuidados especializados, contribuindo assim para uma maior eficácia da intervenção psicológica, para melhoria da saúde dos cidadãos e para recuperação económica do país.
Tem de haver uma afirmação inequívoca de compromisso das autoridades e demais agentes de saúde com a promoção da saúde Mental dos Portugueses. A Ordem dos Psicólogos está disponível para contribuir activamente para o desenvolvimento de soluções inovadoras que permitam uma rápida recuperação da crise.
Esta Tomada de Posição também pode ser consultada aqui.»