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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sobre as pressas, a falta de tempo e o stress.

Hoje em dia a vida parece passar a correr. Ou, por outra, parecemos passar pela vida a correr, sem tempo para nada. Nem para as pessoas que amamos, nem para nós.

Quando foi a última vez que foi dar um passeio com o seu/a sua mais-que-tudo?
Quando foi a última vez que se sentou no chão a brincar com os seus filhotes?
Quando foi a última vez que tirou um tempinho para um belo banho relaxante ou para ler aquele livro que há imenso tempo deseja ler, ou para ver aquele filme que há tanto que gostaria de ir ver?
Quando foi a última vez que parou para respirar? Realmente respirar fundo e reparar no mundo à sua volta, na beleza que raramente nota durante a corrida que se tornou a sua vida.

Sim, o emprego é importante. Mas manter-se sã/são (mentalmente) é igualmente importante.

Pense nisto: Se alguma vez faltar, quem é que sentirá realmente a sua falta?

Guarde sempre tempo para si e para as pessoas que ama.

terça-feira, 17 de abril de 2012

PERTURBAÇÕES DEGENERATIVAS: «Demência afeta 35,6 milhões e triplicará até 2050»

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

«Demência afeta 35,6 milhões e triplicará até 2050»



«Mais de 35 milhões de pessoas são afetadas por demência em todo o mundo, número que pode duplicar em 2030 e mais do que triplicar em 2050, mas há falta de informação sobre o problema, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde. 

Esta doença atinge toda a população, porém, mais de metade (58%) das pessoas com demência vive em países com baixo ou médio rendimento e em 2050 esta percentagem deverá subir aos 70%.

Os custos de tratar e cuidar dos dementes estão estimados em 604 mil milhões de dólares (cerca de 460 mil milhões de euros) por ano, montante que inclui cuidados de saúde e sociais e o apoio aos cuidadores.

No entanto, somente oito países estão a desenvolver programas dedicados à demência, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente, são 35,6 milhões os dementes em todo o mundo, estimando-se que subam aos 65,7 milhões em 2030 e atinjam 115,4 milhões em 2050.

Um relatório publicado pela OMS e pela entidade internacional do Alzheimer denominado "Demência: uma prioridade de saúde pública" recomenda o diagnóstico preventivo tal como a sensibilização pública para a doença e a melhoria dos cuidados e do apoio aos cuidadores.

A OMS realça a falta de diagnóstico como o problema mais relevante mesmo para os países desenvolvidos nos quais somente entre um quinto e metade dos casos de demência estão reconhecidos e controlados.

E quando é feito o diagnóstico, muitas vezes é numa fase avançada da doença.
O relatório aponta ainda a falta de informação e de compreensão da demência, o que cria um estigma na sociedade e leva ao isolamento tanto dos doentes como de quem cuida deles.

"O cuidado público face à demência, os seus sintomas, a importância de ter um diagnóstico e a ajuda disponível para os doentes são muito limitados", uma situação que é necessário alterar, defende o diretor executivo da entidade internacional da doença de Alzheimer, Marc Wortmann, citado num comunicado da OMS.

A demência é normalmente uma doença crónica causada por várias patologias do cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade para desempenhar as atividades quotidianas.

A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e as estimativas apontam para que seja responsável por cerca de 70% dos casos.»

ETOLOGIA: «Cães são contagiados pelo bocejo dos humanos»

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

«Cães são contagiados pelo bocejo dos humanos»


«Os cães também são contagiados pelo bocejo dos humanos e reagem mais se for o seu dono, uma característica que pode refletir empatia e ser útil na seleção dos animais para ajudar em determinadas situações. 

A investigadora Joana Bessa, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, partiu de estudos já realizados sobre o bocejar contagiante, mas que tinham obtido resultados divergentes, e tentou encontrar provas de que estes animais podiam "apanhar" os bocejos humanos. 

Com a colaboração de Karine Silva e Liliana de Sousa, a cientista conseguiu "resultados positivos" e concluiu que "havia contágio por parte dos cães mas também havia uma modelação social".

"Tentámos replicar os estudos para perceber se encontrávamos provas de que os cães podiam apanhar os bocejares dos humanos, mas tentámos também perceber se havia influência da empatia", explicou Joana Bessa à agência Lusa.

"Os cães bocejavam mais quando ouviam o bocejar de pessoas conhecidas, dos donos, face a pessoas desconhecidas, e surge a hipótese de que os cães poderão ter alguma empatia relativamente aos humanos", referiu Joana Bessa. 

Participaram no estudo 29 cães que foram expostos a sons de bocejos. A opção por evitar o contacto visual teve como objetivo afastar a hipótese de ser uma simples imitação do gesto que viam na pessoa.

Os cães ouviram sons de pessoas diferentes, dos donos e de pessoa desconhecida, e um som de controlo (artificial), distribuídos por sessões separadas por sete dias.

A provar-se em futuros estudos determinadas características dos cães, como a personalidade ou a existência de relação com a empatia, será possível tentar utilizar essas formas para escolher animais mais adaptados a certas situações, como os cães de ajuda, avançou a investigadora.

Os cães ou os cavalos ajudam, por vezes, nos tratamentos de crianças ou adultos com deficiências criando uma relação de confiança, sendo os mais conhecidos os casos de cegueira. 

Joana Bessa acrescentou que, se for provado que a empatia está relacionada com o bocejar contagiante, essa informação "pode ser aplicada a várias espécies". 

O longo processo de domesticação dos cães poderá fazer com que tenham uma ligação mais próxima com os humanos, tendo igualmente influência nesta capacidade empática, admitiu.

Este trabalho será publicado na revista Animal Cognition e é uma das comunicações previstas para o 9ºCongresso Nacional de Etologia, que hoje se inicia em Lisboa e conta com a participação de vários especialistas em comportamento animal.»

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Stress-less

Em que tipo de actividades embarca quando necessita quebrar o stress
Há quem fume, há quem corra. Quem vá dançar, quem vá sair com amigas/os.
Há quem prefira meditar sozinha/o. 
E há quem embarque em caças ao tesouro.

Sim, elas existem. Conseguem ser viciantes.
Se se sente tentada/o, espreite este link e este.

Acima de tudo, beba muita água, coma muitos vegetais e fruta, descanse e pratique exercício físico. É "meio caminho andado" para cortar no seu stress.

sábado, 14 de abril de 2012

Aniversários: David Buss

David Buss, Psicólogo Evolutivo (nascido a 14 de Abril, 1953)


Algumas obras publicadas:
  • Buss, D.M., "The Evolution Of Desire: Strategies Of Human Mating". Basic Books, 1995. - ISBN 978-0465021437
  • Buss, D.M., "Dangerous Passion: Why Jealousy Is As Necessary As Love and Sex". Diane Pub Co, 2000. -ISBN 978-0756765484
  • Buss, D.M., "The Handbook of Evolutionary Psychology". Wiley, 2005. -ISBN 978-0471264033
  • Buss, D.M., "The Murderer Next Door: Why the Mind Is Designed to Kill". Penguin, 2006. -ISBN 978-0143037057
  • Meston, C.M. and Buss, D.M., "Why Women Have Sex: Understanding Sexual Motivations from Adventure to Revenge". Times Books, 2009. -ISBN 0805088342
  • Buss, D.M., "The Dangerous Passion: Why Jealousy is Necessary in Love and Sex". Bloomsbury Publishing PLC, 2001. -ISBN 978-0747553601
  • Buss, D.M. and Malamuth, N., "Sex, Power, Conflict: Evolutionary and Feminist Perspectives". Oxford University Press, USA, 1996. -ISBN 978-0195103571

quinta-feira, 12 de abril de 2012

LIVROS: A Razão dos Avós

A Razão dos Avós, de Daniel Sampaio com a colaboração de Eulália Barros

Livro que aborda a importância dos avós na transmissão dos valores e da história familiar.