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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Novas actividades do NuBE!

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NuBE - Núcleo de Bem-Estar
Bússola D'Ideias - Centro Pedagógico
Rua da Nau Catrineta, Lote 3.06.01.F
Parque das Nações Sul
1990-183 Lisboa
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JORNAL DE NEGÓCIOS: «Paulo Macedo anuncia estudo alargado sobre efeitos da crise na saúde dos portugueses»

Paulo Macedo anuncia estudo alargado sobre efeitos da crise na saúde dos portugueses

 «O ministro da Saúde, Paulo Macedo, comprometeu-se esta quarta-feira a fazer um estudo alargado sobre os efeitos da crise económica e financeira na saúde dos portugueses.
"Achamos que, independentemente de estudos sectoriais, temos de fazer um estudo mais alargado sobre o impacto da crise e vamos fazê-lo", declarou aos jornalistas no final de uma visita ao laboratório militar em Lisboa.

Paulo Macedo referiu no entanto que estão já a ser concluídos dois estudos mais específicos, um sobre o aumento das taxas moderadoras e outro sobre o impacto da crise na saúde mental.

O Observatório Português dos Sistemas de Saúde acusou a tutela de ainda não ter feito um diagnóstico oficial aos efeitos da crise na saúde dos portugueses, no Relatório Primavera 2013 divulgado esta terça-feira.

Intitulado "Duas faces da saúde", o documento apresenta os dois mundos que os autores afirmam existir: O "oficial, dos poderes", em que "as coisas vão mais ou menos bem, previsivelmente melhorando a curto prazo, malgrado os cortes orçamentais superiores ao exigido pela troika e a ausência de estratégia de resposta às consequências da crise na saúde da população" e o "da experiência real das pessoas".

Para o Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), "são visíveis os efeitos da crise - pouco monitorizados e avaliados - na saúde da população, mas também no sistema de saúde".

Governo rejeita críticas
O secretário de Estado Adjunto da Saúde rejeitou esta terça-feira as críticas do Observatório da Saúde sobre a atenção dada ao impacto da crise na saúde, lembrando que o preço dos medicamentos baixou e as isenções das taxas moderadoras foram alargadas.
"Não concordo. Na realidade, o Ministério da Saúde tem hoje um conjunto de ferramentas de avaliação e de indicadores de saúde e de comportamento das pessoas face a saúde que anteriormente não existiam", disse o responsável.

Para Fernando Leal da Costa, é preciso haver uma separação entre dados objectivos e as dificuldades relatadas por determinados grupos populacionais, como os idosos.

"No caso concreto dos idosos não podemos esquecer que houve um esforço (...) e os medicamentos em Portugal estão mais baratos. Porventura nunca estiveram tão baratos como agora", afirmou à agência Lusa o secretário de Estado.»

Os nossos comentários...

«O ministro da Saúde, Paulo Macedo, comprometeu-se esta quarta-feira a fazer um estudo alargado sobre os efeitos da crise económica e financeira na saúde dos portugueses.
"Achamos que, independentemente de estudos sectoriais, temos de fazer um estudo mais alargado sobre o impacto da crise e vamos fazê-lo", declarou aos jornalistas no final de uma visita ao laboratório militar em Lisboa.

Paulo Macedo referiu no entanto que estão já a ser concluídos dois estudos mais específicos, um sobre o aumento das taxas moderadoras e outro sobre o impacto da crise na saúde mental.»
  • Quem é que irá/está a participar na realização destes estudos? Será que algum Psicólogo participará/participa na realização do mesmo?

«Governo rejeita críticas

O secretário de Estado Adjunto da Saúde rejeitou esta terça-feira as críticas do Observatório da Saúde sobre a atenção dada ao impacto da crise na saúde, lembrando que o preço dos medicamentos baixou e as isenções das taxas moderadoras foram alargadas.»
  • Em compensação, onde ficou o acesso aos Psicólogos, que existem em número insuficiente no SNS?
  • Vão colocar mais Psicólogos para colmatar as falhas existentes para que seja possível dirimir o impacto da Crise na Saúde (Mental)?

O NuBE da Bússola D'Ideias

Já devem ter reparado que quando se fala do NuBE, inevitavelmente se refere a Bússola D'Ideias.

A explicação é simples: O NuBE pertence à Bússola D'Ideias.

E por falar nisso, já conhecem o Blog da Bússola?



quinta-feira, 20 de junho de 2013

PÚBLICO: «Observatório revela dados que provam impacto da crise na saúde»

Observatório revela dados que provam impacto da crise na saúde

In Jornal Público

Por


«O Relatório de Primavera 2013 apresenta alguns indicadores preocupantes sobre os efeitos da crise, como o aumento de tentativas de suicídio e de casos de depressão e dificuldades de acesso a cuidados de saúde.

Casos de depressão e de tentativa de suicídio aumentaram (por Nuno Ferreira Santo)
No relatório do ano passado, os especialistas do Observatório Português do Sistema de Saúde (OPSS) alertavam para um “país em sofrimento”, com indícios de racionamento que estaria a dificultar o acesso dos portugueses a cuidados de saúde. No deste ano, o documento estratégico desmascara as “duas faces da saúde”, confrontando a “versão oficial” com dados e estudos disponíveis sobre a “experiência real das pessoas”. Um dos estudos mostra, por exemplo, que, entre uma amostra de idosos com mais de 65 anos, residentes em Lisboa, cerca de 30% deixaram de utilizar alguns recursos de saúde por não poderem comportar os custos. Outro fala num aumento de 47% de tentativas de suicídio e de 30% dos casos de depressão registado numa unidade local de saúde.

Pela primeira vez, o Relatório da Primavera (que já vai na 14.ª edição) não faz a tradicional análise dos indicadores oficiais sobre o desempenho do SNS, com análises sobre os tempos de espera e outros dados. “Face à contínua lacuna de conhecimento, causa directa da inexistência de uma monitorização por parte do Ministério da Saúde, e perante o nível de análise dos dados dos serviços de saúde (cujos resultados não parecem indicar qualquer efeito da crise na saúde), o OPSS optou por recorrer a outros níveis de evidência”, avisam.

Além de estudos internacionais e outros trabalhos de investigação, os especialistas do OPSS fizeram também uma recolha de dados da sua responsabilidade. Há, por exemplo, os resultados de um questionário realizado em 2013, pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), abrangendo uma amostra de 1252 idosos (com mais de 65 anos) da Área Metropolitana de Lisboa, que revelam que “cerca de 30% responderam que já deixaram de utilizar alguns recursos de saúde por não poderem comportar os custos, sendo que, destes, cerca de 60% referiram a consulta particular, 48% a medicina dentária, 47% referiram a aquisição de óculos e aparelhos auditivos e 25% serviços públicos de saúde de primeira necessidade”.

No capítulo da “Saúde Mental e Suicídio, Evidência Nacional”, constata-se que, “em Portugal, não são conhecidos estudos que avaliem o impacto da crise na saúde mental das pessoas”. Porém, baseados nos registos dos médicos de família de uma unidade de saúde local sobre os casos de depressão e de tentativas de suicídio, os especialistas apresentam alguma evidência sobre a evolução deste indicador. “Na Unidade Local de Saúde do Alto Minho verificou-se, de 2011 para 2012, um acréscimo no diagnóstico de depressão de 30% para os homens e 31% para as mulheres. Já relativamente aos registos de tentativas de suicídio, e no mesmo período, verificou-se um acréscimo de 35% para os homens e 47% para as mulheres”.
O Relatório de Primavera 2013 tem uma capa com três pessoas sentadas na rua, junto a uma parede pintada com muitos pontos de interrogação, e tem um título: Duas Faces da Saúde. A explicação dos autores é simples: de um lado, temos um mundo “oficial, dos poderes, onde, de acordo com a leitura formal, as coisas vão mais ou menos bem, previsivelmente melhorando a curto prazo”. Esse será, segundo o OPSS, uma das actuais faces da saúde em Portugal. Mas há outra. Apresenta-se assim o mundo “da experiência real das pessoas, em que temos empobrecimento, desemprego crescente, diminuição dos factores de coesão social, e também uma considerável descrença em relação ao presente e também ao futuro, com todas as consequências previsíveis sobre a saúde”. Tal como no ano passado, os especialistas do OPSS continuam reféns de um país em crise e das consequências que isso tem ou pode ter na saúde dos portugueses.
O que pretendem oferecer com o Relatório de Primavera é algo que consideram essencial para o futuro do SNS e que, sublinham, o Governo ainda não conseguiu dar a conhecer: um diagnóstico oficial, “a partir do qual seja possível organizar no terreno uma resposta adequada aos efeitos da crise na saúde”.
No diagnóstico, o OPSS constata que os cortes orçamentais são superiores ao exigido pela troika e — tal como em anos anteriores — insiste na crítica sobre a “ausência de estratégia de resposta às consequências da crise na saúde da população”. “Previa-se uma redução da despesa total em saúde de 710 milhões de euros, superior aos 550 milhões necessários para implementar as medidas da troika. Porquê e para quê? Qual o impacto nas instituições e níveis de prestação de cuidados de saúde, nos doentes/cidadãos e nos profissionais?”, questionam.
O documento dá ainda destaque ao aumento das taxas moderadoras, concluindo que os valores referidos no Memorando de Entendimento enquanto fonte de financiamento “não se constituem como tal e o seu aumento poderá ser uma verdadeira barreira de acesso aos cuidados de saúde”. Há ainda capítulos dedicados às áreas dos cuidados de saúde primários e dos cuidados paliativos. Os especialistas defendem que não foi cumprida a intenção de melhorar a rede e investir nos modelos de Unidade de Saúde Familiar e sobre a oferta aquém das necessidades nos cuidados paliativos, apresentam dados: “Existe em Portugal uma equipa de cuidados paliativos domiciliários por cada 750.000 a 1.170.000 habitantes, sendo que as recomendações da EAPC [European Association for Palliative Care] (2009) são de uma equipa por 100.000 habitantes”.
Pontos positivos
Na análise da governação durante o último ano — com registo da diminuição do poder de compra, aumento do desemprego, da recessão, da dívida externa, aumento da depressão, da taxa de tentativa de suicídio, de mortes prematuras e de crimes contra terceiros e património — também há aspectos positivos a realçar. “À luz do programa de ajustamento, foi possível adoptar medidas que contribuíram para influenciar favoravelmente uma gestão mais eficiente dos recursos disponíveis para a área da saúde”, diz o relatório. E nota que, “na política do medicamento, verifica-se que a efectiva baixa de preços que se tem observado contribuiu para uma ligeira diminuição dos encargos dos utentes com medicamentos”. O relatório avalia de forma positiva “o alargamento dos programas de vigilância da saúde e das doenças crónicas, os rastreios oncológicos, e o alargamento e melhoria dos cuidados domiciliários” e ainda a continuidade de produção de Normas de Orientação Clínica. O relatório é apresentado nesta terça-feira na Fundação Gulbenkian numa sessão que vai contar com o ministro Paulo Macedo.»

Click para aceder ao "Relatório Primavera 2013" do OPSS - Observatório Português dos Sistemas de Saúde.


A crise tem, efectivamente (e como não poderia deixar de ser), influência no estado de Saúde dos Portugueses, tanto física como mental. Algo já defendido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, a 22 de Maio de 2013 e a 28 de Maio de 2013.

Não é difícil compreender o porquê.
O ser humano funciona numa pirâmide de necessidades: a Teoria das Necessidades de Maslow



Ou seja, o ser humano necessita, antes de mais, de prover as suas necessidades mais básicas - fisiológicas (por exemplo, dormir, respirar, alimentar-se, etc.) e de segurança (por exemplo, segurança ao nível do emprego, dos recursos, da família, da saúde, etc). Quando estes tipos de necessidades estão mantidos, o ser humano passa a necessitar de se relacionar amorosamente e de promover relacionamentos sociais (amor e relacionamento), a ter necessidades de estima, de realização pessoal (desenvolver actividades criativas, tal como ir a concertos musicais ou outros eventos culturais, por exemplo).

Com a crise económica que tem assolado o nosso país, as necessidades de segurança (e mesmo as fisiológicas) têm vindo a ser fortemente abaladas. Quantas famílias não têm o que comer, não têm qualquer segurança ao nível da manutenção do emprego (claro está, os que não o perderam ainda), estão em vias de não poderem prover as necessidades das suas famílias, se encontram em risco de perderem os tectos e as paredes que os protegem. 

E quantos não entraram em desequilíbrio e não conseguem manter equilibradas as suas necessidades de segurança ao nível da saúde, seja por não terem forma de pagar a medicação e as consultas de que necessitam, seja por terem entrado em situação de desequilíbrio emocional (estados depressivos e situações exacerbadas de stress) em virtude de não verem saídas viáveis da situação de crise económica em que se encontram, de terem perdido a esperança de que a sua situação vá melhorar.

E assim surgem os suicídios e as tentativas de suicídio, associados de forma indelével aos estados depressivos. 

Ter consultas de Psicologia é uma mais-valia, um investimento nos dias de hoje, pois permite limitar estas situações, assim como as consequências da crise na saúde.

E é para isso que existe o NuBE - Núcleo de Bem-Estar!
Cuide da sua Saúde! Fale connosco! Estamos cá para o ajudar!


NuBE - Núcleo de Bem-Estar
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NuBE - Núcleo de Bem-Estar

Já por diversas vezes referimos o NuBE no nosso Blog.

Mas já se perguntou o que é, ao certo, o NuBE?

NuBE

O que é?

O NuBE é um espaço que visa a promoção do bem-estar global (tanto psicológico como físico), não apenas dos estudantes que frequentam a Bússola D’Ideias – Centro Pedagógico, como também da comunidade envolvente.

Deste modo, o NuBE correlaciona não só as valências psicológica, psicopedagógica e psicoterapêutica no sentido de uma integração cada vez maior do aluno no contexto educativo, social e familiar, como também a Terapia da Fala, a Nutrição e a Musicoterapia, promovendo ainda a componente formativa (workshops, formações, etc).


Quais os objectivos do NuBE?

O NuBE tem como objectivos...

...contribuir para o desenvolvimento global dos alunos e para a construção da sua identidade pessoal, apoiando-os no seu processo de aprendizagem;

...intervir, ao nível psicológico e psicopedagógico, na observação, orientação e apoio dos alunos, promovendo a cooperação de professores, pais e encarregados de educação em articulação com os recursos da comunidade;

...prestar apoio de natureza psicológica e psicopedagógica, no contexto das atividades educativas, tendo em vista o sucesso escolar;

...assegurar a detecção de alunos com necessidades educativas especiais, a avaliação da situação e o estudo das intervenções adequadas;

...promover atividades específicas de informação, aconselhamento e orientação escolar e profissional;

...desenvolver métodos e técnicas de estudo, tendo em vista promover capacidades que ajudem o aluno a superar as suas dificuldades;

...contribuir para o desenvolvimento e bem-estar da comunidade envolvente, através da promoção da saúde e de hábitos de vida saudáveis através de projectos de intervenção, workshops e ações de formação (quando necessário), tanto ao nível da Psicologia, como da Terapia da Fala, da Musicoterapia e da Nutrição;

...apoiar a população no âmbito da procura activa de emprego, através da promoção de competências socio-cognitivas e da aquisição de ferramentas úteis para o efeito;

...prestar serviços ao nível das valências integrantes do NuBE junto da comunidade envolvente.


Quais as áreas de intervenção do NuBE?

A intervenção do NuBE é bastante ampla, quer ao nível dos destinatários (alunos, professores, pais/encarregados de educação, escola enquanto organização, comunidade educativa), quer em termos de objectivos (prevenção primária, secundária, terciária, desenvolvimento):

Geral
  • Formações e Workshops

Psicologia
  • Apoio Psicológico
  • Avaliação Psicológica
  • Acompanhamento Psicoterapêutico
  • Orientação Vocacional e Profissional
  • Rastreios de Alterações Cognitivas
  • Avaliação Psicológica de Condutores 
  • Grupos de Apoio
  • Intervisão e Discussão de Casos

Nutrição
  • Rastreios Nutricionais
  • Avaliação da Composição Corporal
  • Diagnóstico Nutricional
  • Orientação Nutricional

Terapia da Fala
  • Rastreios infantis de alterações ao nível da Fala
  • Intervenção ao nível das alterações ao nível da Fala
  • Prevenção, Reabilitação e Tratamento

Musicoterapia
  • Intervenção terapêutica através de instrumentos musicais, som, canto, música e movimento corporal
  • Prevenção, Reabilitação e Tratamento

A quem se dirige?

O NuBE encontra-se estruturado de forma a oferecer uma abordagem especializada em situações de natureza psicológica e psicopedagógica aos alunos que frequentam o Bússola D’Ideias – Centro Pedagógico, mas também a toda a comunidade escolar e não escolar.


A Equipa

Coordenação
Dra. Ana Simões (Psicóloga | Formadora)

Psicologia 
Dra. Ana Simões
Dra. Sónia Carlos (Avaliação Psicológica de Condutores)

Terapia da Fala/Musicoterapia
Dra. Catarina da Isabel

Nutrição 
Dra. Marta Carrilho (Directora Técnica da NutriSão | Formadora)


Venha conhecer-nos pessoalmente!

NuBE - Núcleo de Bem-Estar
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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Desafio NuBE

Desafio NuBE do dia!

Por mensagem (ou por email), descreva-me a sua vida: o que o/a deixa desgastado/a e o que o/a faz sorrir.

Pense em estratégias para alterar/lidar com o que lhe desagrada.
Já agora, costuma utilizar alguma dessas estratégias no dia-a-dia?

Emails possíveis: 

nube@bussoladideias.pt
ana.simoes.psicologa@gmail.com

sexta-feira, 14 de junho de 2013

OPP: «Telmo Mourinho Baptista comenta estudo da DECO: Crise agrava problemas psicológicos»


Telmo Mourinho Baptista comenta estudo da DECO

Crise agrava problemas psicológicos


 «A DECO revelou recentemente um estudo que afirma que, dos 1.350 inquiridos, 97% consideram útil e benéfico procurar ajuda de psicólogos, principalmente em casos de ansiedade, depressão ou problemas com o sono. Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da Ordem dos Psicólogos, comentou este estudo à TVI e TSF e sublinhou a importância de aumentar o número de psicólogos no SNS e as vantagens da intervenção psicológica em tempos de crise.»


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